Quantas vezes nos questionamos enquanto pais, nas nossas decisões, em relação aos nossos pensamentos e sentimentos, se fazem ou não sentido. E no fundo esta pergunta trás consigo uma ideia de vazio que é assustadora, porque caso não sejamos capazes de responder deixa de haver uma razão que nos sustente.
Todos nós precisamos de dar um sentido ao que fazemos, de existir um para quê por detrás das nossas ações, um objetivo maior. Isso ajuda-nos a manter motivados, saber se estamos no caminho certo e justificar esse percurso. Quando tudo tem um propósito é como se o puzzle encaixa-se.
Infelizmente assisto, cada vez mais, a uma completa falta de rumo, no limite, ou pelo menos a um questionar impaciente, será por aqui? Esta incerteza faz parte e ajuda-nos a ajustar a rota, mas quando é constante pode levar à desmotivação, à apatia, porque as coisas deixam de fazer sentido. E isto acontece não só nos jovens mas cada vez mais cedo em crianças que no fundo são um reflexo da própria sociedade, dos sistemas familiares e escolares onde se assiste a um desacreditar do propósito. Por isso a importância acrescida de resgatar esse querer, quer a nível individual, quer a nível coletivo. Inclusive é uma forma de ampliar o sentido de pertença, de haver algo maior que nos une e nos incentiva a sermos melhores. Pode começar por pequenos gestos diários, simples passos que vão construindo um caminho com uma determinada direção. Esta forma de encarar a vida envolve valores como o compromisso, a cooperação, a lealdade, o respeito entre outros. E isso é algo que podemos cultivar nos nossos filhos diariamente, promovendo uma comunicação aberta, permitindo que se coloquem em ação, questionando-os sobre o real sentido.
Há tempos um jovem perguntava para quê que tinha de estudar filosofia, se já sabia que queria ir para economia, neste caso até era, aparentemente, um conflito de sentidos, mas por norma e infelizmente, eles não encontram qualquer sentido na escola para além dos amigos. Neste ponto, nós adultos, temos um papel fundamental em apoiar essa busca de sentido mais do que criticar, porque isso é que os vai colocar em ação, é que vai permitir aguentar coisas que nem gostam tanto, em prol de algo maior. Perceber o que se vai ganhar pode ser uma forma de concretizar para que se torne tangível e aplicável e assim fazer sentido. Por exemplo no caso da filosofia, foi importante perceber o que está por detrás, a competência do pensamento crítico, e que isso seria útil para não dar tudo como certo, para o ajudar a avaliar as situações, para argumentar as suas próprias ideias, para que fosse capaz de estabelecer um pensamento só seu e bem estruturado.
O importante é identificarmos o para quê adaptado a cada um, o que faz sentido para mim ou para os meus filhos não é necessariamente igual e não é por isso que não está certo. Mais do que querer que eles sigam objetivos idealizados e traçados por nós é permitir que esse caminho seja percorrido por eles em que sintam a nossa presença como um apoio e não como uma imposição.
Só para aquilo que lhe apetece!
Estaremos todos sozinhos?
Será tudo demasiado difícil?
Serão as emoções para controlar?
Acredito em mim? E os meus filhos?
Dar ou receber?
É possível esticar o tempo?
Será fácil adaptarmo-nos?
Podemos parar?
O que é ser criança?
Como se expressa a empatia?
O que existe dentro de nós?
Onde mora a ansiedade?
Alienação de quê?
Começar por mim
As Forças Espiritualidade e Inteligência Social
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As forças Bondade e Perspetiva
As Forças Humildade e Persistência
As Forças Esperança e Pensamento Crítico
As forças Perdão e Humor
As Forças Criatividade e Bravura
Justiça e Apreciação da Beleza e da Excelência!
Curiosidade e Autocontrolo
Juntar entusiasmo e trabalho em equipa!
Amor e Liderança, conjungam?
O que precisamos para o Novo Ano
ACOLHIMENTO
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