Uma das coisas mais importantes numa relação é a confiança, não necessariamente no sentido de podermos ou querermos dizer tudo o que nos passa pela cabeça, mas principalmente no sentido de podermos contar com o outro, de sentirmos que estará lá para nós de forma incondicional, de que há sinceridade acima de tudo, de que aquilo que vemos e ouvimos é a verdade!
Este último ponto é a chave na relação entre pais e filhos, a ideia de que somos honestos naquilo que dizemos e fazemos, a importância da congruência, que começa connosco próprios e que é a melhor maneira de os ensinarmos.
Por outro lado, a mentira, é algo natural, é algo que fazemos todos os dias sem sequer pensar muito, ou porque é algo que não vale a pena partilhar: “Está tudo bem?” “Sim, tudo a correr bem.”, quando no fundo até pode não estar. Ou porque queremos agradar: “O teu cabelo está tão bonito com esse corte!” e nem achamos assim tanto. Ou porque temos necessidade de nos desculparmos: “Estava imenso trânsito.” Desculpa por chegar atrasada porque na verdade não acordei a horas. Ou ainda porque temos medo da reação do outro e de dececioná-lo: “Não vou poder ir aos teus anos, porque estou super doente.” E apenas nos apetece ficar tranquilos em casa.
Com as crianças não é diferente, o importante é a forma como nós adultos lidamos com isso, para que não se torne um padrão. Tentar perceber o que levou as crianças a mentir, é o primeiro passo, não digo com isto que procurem um porquê, até porque provavelmente a criança não saberá responder porque muitas das vezes é algo inconsciente, e sim ajudar a compreender o que ela ganharia com a mentira, que objetivo teve ao formular uma mentira, o que é que a fez sentir necessidade de mentir.
Muitas das vezes a mentira está associada a não querer dececionar os pais, medo dos castigos se disser a verdade, querer muito alguma coisa que acredita que de outra forma nunca terá.
Se optarmos por castigar a verdade, por pior que ela seja, estamos a passar a mensagem inconsciente, de que para a próxima o melhor é mentir, podemos sim, em conjunto perceber as consequências dos seus atos e ajudar a lidar com isso. Ajudá-los a descobrirem outras formas de se expressarem, reforçar a coragem que é necessária, muitas das vezes, para dizer a verdade e acreditar que o nosso filho é capaz de fazer diferente, melhorar e desenvolver as suas capacidades.
E nós será que estamos a ser sinceros connosco e com os nossos filhos? Falamos verdadeiramente sobre o que sentimos e damos espaço ao diálogo, para que também eles se possam expor? A importância de acolher o que eles nos dizem, sem criticar, sem julgar e sem respostas prontas é meio caminho andado para dar espaço à verdade e que se estabeleça uma relação de confiança.
Por isso deixo o convite para estar atento à forma como reage à mentira e de que forma será possível fazê-lo para que não perpetue o comportamento?
O que é ser criança?
Estaremos todos sozinhos?
Podemos parar?
Ainda conseguimos olhar para além de?
Comunicação quê?
Só para aquilo que lhe apetece!
Será tudo demasiado difícil?
Serão as emoções para controlar?
Acredito em mim? E os meus filhos?
Dar ou receber?
É possível esticar o tempo?
Será fácil adaptarmo-nos?
Será que faz sentido?
Como se expressa a empatia?
O que existe dentro de nós?
Onde mora a ansiedade?
Alienação de quê?
Começar por mim
As Forças Espiritualidade e Inteligência Social
As Forças Prudência e Amor pela Aprendizagem
As forças Bondade e Perspetiva
As Forças Humildade e Persistência
As Forças Esperança e Pensamento Crítico
As forças Perdão e Humor
As Forças Criatividade e Bravura
Justiça e Apreciação da Beleza e da Excelência!
Curiosidade e Autocontrolo
Juntar entusiasmo e trabalho em equipa!
Amor e Liderança, conjungam?
O que precisamos para o Novo Ano
ACOLHIMENTO
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