Todos comunicamos diariamente com dezenas de pessoas e a vários níveis, mas será que nos sentimos realmente ouvidos e compreendidos?
A comunicação depende de um emissor, da transmissão de uma mensagem e de um recetor.
Já reparou como é que passa a sua mensagem? Se nunca se deu conta, convido a fazer o exercício de nos próximos dias, estar atento à maneira como passa a sua mensagem, perceber a forma como dizemos as coisas, a nossa expressão corporal e facial, à reação do outro e de que maneira isso volta para nós, e até atento à maneira como os outros comunicam connosco e que efeitos isso tem em mim.
Vou dar um exemplo muito comum que geralmente acontece com os nossos filhos, a questão da arrumação do quarto, e das várias maneiras como a comunicação pode ser feita:
Pode ser dita na negativa ou positiva?
Não quero ver o teu quarto todo desarrumado – Negativo
Preciso que arrumes o teu quarto – Positivo
Pode ser generalista ou assertiva e factual?
É sempre a mesma coisa, tu nunca arrumas o teu quarto! – Generalista
O teu quarto, hoje está desarrumado, preciso que o arrumes antes de saíres de casa. – Assertiva e factual
Pode ser focada na culpa e na justificação ou focada na solução?
Porque é que o teu quarto nunca está arrumado?! – Culpa
Preciso que o teu quarto esteja arrumado, qual a altura do dia em que o vais fazer? – Solução
Pode desconsiderar ou valorizar?
Tu és sempre a mesma coisa! Não és capaz de ter o teu quarto arrumado. – Desconsiderar
Acredito que se te organizares, és capaz de ter o teu quarto arrumado. Como é que vais fazer para te lembrares? – Valorizar

Tenho a certeza que alguma das frases ressoou e pensou “Ai! Eu digo isto!” ou “Eu ouvia isto dos meus pais.”.
Afinal de contas comunicar, não é assim tão fácil. Pela simples razão que ninguém nos ensinou, nós fomos aprendendo com a maneira como comunicavam connosco, e a verdade é que culturalmente, o negativo, a generalização, a culpa, a desconsideração sempre estiveram presentes na nossa educação.
Mas a forma como comunicamos com os nossos filhos, ou com quer que esteja à nossa volta, influência as nossas relações e o nosso próprio bem-estar.
E sim, pode ser treinada, como qualquer outra habilidade, como uma língua nova que queiramos aprender. A forma de tudo o que dizemos e não dizemos impacta as nossas relações e tanto pode desgastá-las como fortalecê-las.
Por isso para iniciarmos essa viagem na descoberta de uma comunicação positiva, assertiva, focada na solução e na valorização deixo ficar um primeiro exercício de tomada de consciência, podem fazê-lo diariamente em qualquer altura do dia:
– O que eu disse
– A quem
– Qual a reação/ impacto
– O que eu queria realmente dizer
– Como posso fazê-lo
Se depois quiser partilhar comigo, terei todo o gosto em acompanhar.
Por relações mais saudáveis, mais fortes e de crescimento, vale a pena aprender a comunicar connosco próprios e com os outros.
Bem haja!
Será tudo demasiado difícil?
Será que faz sentido?
Estaremos todos sozinhos?
Comunicação quê?
Só para aquilo que lhe apetece!
Serão as emoções para controlar?
Acredito em mim? E os meus filhos?
Dar ou receber?
É possível esticar o tempo?
Será fácil adaptarmo-nos?
Podemos parar?
O que é ser criança?
Como se expressa a empatia?
O que existe dentro de nós?
Onde mora a ansiedade?
Alienação de quê?
Começar por mim
As Forças Espiritualidade e Inteligência Social
As Forças Prudência e Amor pela Aprendizagem
As forças Bondade e Perspetiva
As Forças Humildade e Persistência
As Forças Esperança e Pensamento Crítico
As forças Perdão e Humor
As Forças Criatividade e Bravura
Justiça e Apreciação da Beleza e da Excelência!
Curiosidade e Autocontrolo
Juntar entusiasmo e trabalho em equipa!
Amor e Liderança, conjungam?
O que precisamos para o Novo Ano
ACOLHIMENTO
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