Como ajudar o seu filho a iniciar o novo ano com tranquilidade e confiança

Estás prestes a chegar o primeiro dia de aulas e com ele angústias e incertezas dos Pais, e medos e inseguranças dos filhos.

Tem-se vindo a verificar uma crescente ansiedade nas crianças nos primeiros dias de regresso às aulas, seja por situações de mudança: mudança de país, de escola, de amigos…seja por situações sofridas anteriormente: dificuldades na aprendizagem, mau relacionamento com algum professor, bullying, entre outras situações.

Todos estes fatores, aliados à crescente pressão social, de que, as crianças, tem de ultrapassar tudo de forma excelente, contribuem para este aumento de ansiedade, nas crianças e consequentemente nos Pais, ou vice-versa. A verdade é que é um ciclo que se alimenta. Então como quebrar este ciclo?

É possível prevenir estes sentimentos que perturbam a criança e destabilizam todo o sistema familiar.

Há ferramentas e técnicas que o podem ajudar a si, a lidar com os seus próprios sentimentos, e também a ajudar o seu filho a superar estes momentos com tranquilidade e como uma oportunidade de crescimento e aprendizagem.

Alguns pontos que pode realizar:

  1. Não desvalorize os sentimentos e receios do seu filho, converse com ele e ajude-o a identificar o que sente;
  2. Ajude-o a imaginar como será o regresso à escola, (re)lembre todas as coisas boas:
  3. Pensem em tudo o que pode acontecer para que ele se sinta mais seguro e confiante;
  4. Conte um episódio seu (real e sincero), que tenha experienciado;

    A escola pode e deve ser um local seguro, onde a criança se deverá expressar sem medo, adquirindo conhecimento pela aprendizagem, experiências e relacionamentos.

Família e escola devem ter um relacionamento próximo de entreajuda e partilha e principalmente uma comunicação fluida e assertiva, pois todos têm o mesmo objetivo: que as suas crianças sejam felizes!

Coaching, o que é isso? Para crianças? Para jovens?

Primeiro de tudo é importante esclarecer que o coaching,
apesar de estar na moda, é muito mais do que isso.

O conceito de coaching remonta ao séc. XV e, desde sempre, representou uma parceria, a intenção de se alcançar um objectivo com o apoio de um coach.

Chega até aos nossos dias muito associado ao coaching executivo,
onde tem sido fundamental no apoio a líderes e equipas. Surge mais tarde,
também o conceito de life coaching, onde o processo visa uma transformação
pessoal, uma vontade de desenvolvimento e melhoria.

Para mim, coaching, qualquer que seja a sua vertente, é responsabilidade!

Responsabilidade com sentido positivo e não com o peso que muitas das vezes associamos à palavra.

Cada um de nós tem a responsabilidade sobre as suas decisões, têm o poder de escolher o que quer fazer perante uma determinada situação, só depende de nós agirmos e fazermos o que queremos. Decidir perante o que a vida nos dá é uma responsabilidade fantástica, pois isso é poder, é controle!

E foi neste ponto que questionei: Quem, mais do que ninguém, têm a
vida toda para enfrentar e precisa de ajuda para explorar as suas capacidades e
habilidades?

Quais as pessoas, que mais devem desenvolver o seu sentido de
responsabilidade, autonomia, confiança e auto-estima?

A resposta foi clara, e por isso o Coaching Infanto-Juvenil surgiu!

O processo tem metodologias próprias que são desenvolvidas com a
criança ou o jovem, respeitando o seu próprio ritmo. As ferramentas são
adaptadas ao seu desenvolvimento neurológico, à sua maturidade e toda a
metodologia tem por base as neurociências, psicologias positiva e
cognitivo-comportamental, Gestalt terapia, filosofia, entre outras ciências.

Mas afinal para que é que serve?

O Coaching Infanto-Juvenil, pode abranger todas as situações que de alguma forma, perturbem o bom funcionamento da família, tudo aquilo que, não sendo patológico, altera o equilíbrio da criança e do jovem e o equilíbrio do sistema familiar.

O Coaching melhora a auto-estima, a confiança, a autonomia, desenvolve as relações na família e com os pares, explora as habilidades e competências do jovem e da criança, ajuda a enfrentar situações de bullying, de alienação social, de agressividade. Ajuda a encontrar métodos de estudo mais apropriados ao perfil de cada um, a desenvolver um sentido crítico. Apoia na descoberta do que gostam e do que lhes traz felicidade. Está lá para que alcancem os seus sonhos.

O processo com os pais, ajuda-os a melhorar a comunicação com
os seus filhos, a lidarem com situações de birra, de frustração, de
agressividade ou apatia, no fundo a serem eles os melhores coachs dos seus
filhos.

propósito, ao final de cada processo,
claro está, é atingir o objectivo definido, mas o propósito maior é dar a cada
criança, cada jovem, cada mãe e cada pai, as ferramentas, para que no futuro
sejam eles capazes de enfrentar qualquer desafio!

Todos podemos alcançar os nossos sonhos

Coaching, o que é isso?? Para crianças? Para jovens??

Primeiro de tudo é importante esclarecer que o coaching, apesar de estar na moda, é muito mais do que isso.

O conceito de coaching, remonta ao séc. XV e desde sempre representou uma parceria, a intenção de se alcançar um objectivo com o apoio de um coach.

Chega até aos nossos dias muito associado ao coaching executivo, onde tem sido fundamental no apoio a líderes e equipas. Surge mais tarde, também o conceito de life coaching, onde o processo visa uma transformação pessoal, uma vontade de desenvolvimento e melhoria.

Para mim, coaching, qualquer que seja a sua vertente, é responsabilidade!

Responsabilidade com sentido positivo, e não, com o peso que muitas das vezes associamos à palavra.

Cada um de nós tem a responsabilidade sobre as suas decisões, têm o poder de escolher o que quer fazer perante uma determinada situação, só depende de nós agirmos, e fazermos o que queremos. Decidir perante o que a vida nos dá, é uma responsabilidade fantástica, pois isso é poder, é controle!

E foi neste ponto que questionei: Quem, mais do que ninguém, têm a vida toda para enfrentar e precisa de ajuda para explorar as suas capacidades e habilidades?

Quais as pessoas, que mais devem desenvolver o seu sentido de responsabilidade, autonomia, confiança e auto-estima?

A resposta foi clara, e por isso o Coaching Infanto-Juvenil surgiu!

O processo tem metodologias próprias que são desenvolvidas com a criança ou o jovem, respeitando o seu próprio ritmo. As ferramentas são adaptadas ao seu desenvolvimento neurológico, à sua maturidade e toda a metodologia tem por base as neurociências, psicologias positiva e cognitivo-comportamental, Gestalt terapia, filosofia, entre outras ciências.

Mas afinal para que é que serve?

O Coaching Infanto-Juvenil, pode abranger todas as situações que de alguma forma, perturbem o bom funcionamento da família, tudo aquilo, que não sendo patológico, altera o equilíbrio da criança e do jovem e o equilíbrio do sistema familiar.

O Coaching melhora a auto-estima, a confiança, a autonomia, desenvolve as relações na família e com os pares, explora as habilidades e competências do jovem e da criança, ajuda a enfrentar situações de bullying, de alienação social, de agressividade. Ajuda a encontrar métodos de estudo mais apropriados ao perfil de cada um, a desenvolver um sentido crítico. Apoia na descoberta do que gostam, e do que lhes trás felicidade. Está lá para que alcancem os seus sonhos.

O processo com os pais, ajuda-os a melhorar a comunicação com os seus filhos, a lidarem com situações de birra, de frustração, de agressividade ou apatia, no fundo a serem eles os melhores coachs dos seus filhos.

O propósito, ao final de cada processo, claro está, é atingir o objectivo definido, mas o propósito maior é dar a cada criança, cada jovem, cada mãe e cada pai, as ferramentas, para que no futuro sejam eles capazes de enfrentar qualquer desafio!