Muito se fala nesta questão de uma pessoa saber se autoavaliar, criticar-se, dar a si próprio feedback, até nas escolas se tem fomentado isso, mas será que estamos preparados? Ou estamos a fazer da melhor forma?
Não sei se tem sentido isso, mas eu cada vez oiço mais pessoas a criticarem-se como sendo uma coisa normal, como se isso fosse esperado delas e por isso mesmo, estivessem no bom caminho.
O mais comum, infelizmente, é ouvir pais a dizer que só podem estar a fazer tudo mal, que nem vale a pena esforçarem-se porque também já não mudam, de qualquer forma não iria fazer diferença o seu empenho. Se por um lado temos esta autoflagelação de que somos os piores pais à face da terra, de que não sabemos nada, por outro lado há um desinvestimento e desacreditar total, porque faça eu o que fizer, não vale a pena, é um baixar dos braços que sinceramente me assusta, é um misto de sentimento de impotência com resignação. E vamo-nos sentindo presos neste ciclo negativo e deixamos andar.
Ainda pior que isto é que cada vez mais, assisto a este padrão em crianças e jovens. Não acreditam neles próprios, veem o esforço como uma perda de tempo sem sentido, talvez porque não há um impacto imediato, não tem logo aquele resultado fantástico, no entanto colocam-se metas impossíveis, como se só o excecional fosse aceite, colocam-se padrões elevadíssimos, o que os leva muitas das vezes a sentirem-se frustrados, algo que a maioria não sabe lidar, a sentirem tudo como sendo de uma dificuldade extrema e no limite a nem tentarem para não haver perigo de falhar, pois isso é algo insuportável de gerir.
Claro que tudo isto acaba por ser reflexo do contexto em que estamos inseridos, esta urgência e busca pelo prazer imediato, em que aparentemente tudo é fácil e instantâneo. A verdade é que no fundo estamos a desenvolver uma mentalidade fixa que só nos leva numa espiral negativa.
Acredito que é possível inverter este ciclo, através de um outro olhar, de experimentar um outro ponto de vista, em que podemos ver a autocrítica como uma forma de desenvolver o nosso potencial, uma análise realista dos pontos que podemos ajustar e melhorar. Lembrando sempre da importância de realçar os nossos pontos positivos, ter consciência, sem medos nem vergonhas do que fazemos bem, do nosso potencial e melhor ainda como o usamos de forma eficiente.
Perceber também que não há uma forma única de agir, não há um modelo para se ser Pai ou Filho, há a nossa, verdadeira, genuína, e que é importante valorizar o que nos torna únicos, esse acreditar nas infinitas possibilidades é o que nos permite ver para além do problema. É o que nos dá força para continuar no caminho mesmo com obstáculos.
Resgatar esta crítica positiva, consciente é o que nos levará enquanto pais, e aos nossos filhos para uma relação de crescimento, com todas as imperfeições que tornam a nossa família especial!
É possível esticar o tempo?
Podemos parar?
É POSSÍVEL APRENDER A RIR?
Qual é o maior presente que podemos oferecer nestas férias?
Ainda conseguimos olhar para além de?
Comunicação quê?
Só para aquilo que lhe apetece!
Será tudo demasiado difícil?
Serão as emoções para controlar?
Acredito em mim? E os meus filhos?
Dar ou receber?
Estaremos todos sozinhos?
Será fácil adaptarmo-nos?
Será que faz sentido?
O que é ser criança?
Como se expressa a empatia?
O que existe dentro de nós?
Onde mora a ansiedade?
Alienação de quê?
Começar por mim
As Forças Espiritualidade e Inteligência Social
As Forças Prudência e Amor pela Aprendizagem
As forças Bondade e Perspetiva
As Forças Humildade e Persistência
As Forças Esperança e Pensamento Crítico
As forças Perdão e Humor
As Forças Criatividade e Bravura
Justiça e Apreciação da Beleza e da Excelência!
Curiosidade e Autocontrolo
Juntar entusiasmo e trabalho em equipa!
Amor e Liderança, conjungam?
O que precisamos para o Novo Ano
ACOLHIMENTO
Estou à vossa espera para podermos Sonhar Juntos!
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